
É um dos maiores males que assola a humanidade.
É fruto da falta de auto-amor.
Auto-amor é a capacidade de nos amar.
Mas, para nos amarmos, primeiro, precisamos nos conhecermos.
Quando não conhecemos alguém podemos – no máximo – sentir simpatia ou antipatia, mas nunca amor.
A antipatia nos afasta e a simpatia nos aproxima e nos predispõe a conhecer.
Amor é um sentimento construído através do conhecimento.
Auto conhecimento, portanto, é condição para o auto-amor.
Conhecer-se é perceber, realisticamente, seus potenciais e deficiências.
É saber usar construtivamente suas qualidades positivas e não se sentir ameaçado pelas qualidades negativas.
Ao contrário, é saber transformar, ou na melhor das hipóteses, saber minimizar tais qualidades negativas presentes em sua personalidade maximizando as positivas.
Nas relações, a inveja é um jogo de mão dupla: está presente tanto na pessoa que é alvo, quanto na pessoa que a sente.
Se estabelecem relacionamentos onde a base é a inveja, gerando disputas de todo o gênero.
É óbvio que uma relação assim se dá de forma inconsciente.
Um dos ingredientes básicos da inveja é o desejo intenso de poder.
Quem sente a inveja, na maioria das vezes, não assume o fato nem para si próprio, pois acredita que denuncia fraqueza de caráter.
Mas, na verdade, ao assumir tal sentimento para si próprio começa entender o quanto não se enxerga, e, consequentemente, ao não se enxergar, não percebe seus talentos tão valiosos a serem utilizados na própria vida e, enfim, conseguir o reconhecimento que tanto deseja.
O contraponto da inveja é a generosidade.
Na inveja a pessoa quer tirar algo do outro e pegar para si.
Na generosidade a pessoa dá prodigamente ao outro.
Portanto, a generosidade é o antídoto da inveja.
A inveja fomenta sentimentos mesquinhos e destrutivos, levando à desvalorização da conquista do outro, por exemplo.
Leva a pessoa a nivelar por baixo si próprio, a vida e os outros, não permitindo o crescimento e o desenvolvimento tão natural e vital que temos dentro de cada um de nós.
Limita a capacidade do dar e do receber.
O invejoso tem medo, não aposta em si e não aposta na vida fica bitolado naquele fato, chegando a discutir com os seus sem motivos aparentes ficando estes doentes e apáticos...
Vivendo abaixo de remédio para amenizar aquilo que o deixa apreensivo.
Vivenciei e vivencio... A INVEJA quando encontro certas pessoas...
Mas tenho a plena certeza que eu não fico mal mas "ela" sim sendo que quem proporcionou esta situação foi a mesma, através de usura, de tirar o que é de terceiros, (achando que levou vantagem sobre aquilo)... E seu espírito? Sua vida? Paz? O que é isso?
Palavras que não constam em seu dicionário...
Pessoas assim buscam então fora do mundo em que estavam acostumado a andar, tentando suprir a necessidade da justificativa de ter feito o que fez... Pode ser esta através da troca de religião, de cidade, de companheiro etc... Precisa a mesma aprender a palavra (não só a palavra) mas saber por em prática a generosidade autentica, que sempre promove calor humano e bem estar emocional para si e para as relações, não só para sua família em si... mais de repente para pessoas que convive, diariamente ou esporadicamente.
É assim que começamos a jogar o jogo da generosidade e sair do jogo da inveja.
Saia do alvo da inveja e do invejoso.
Saia do alvo e siga seu caminho simplesmente fazendo o seu melhor e o oferecendo ao mundo e a todos que precisem, generosidade.
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