segunda-feira, 31 de outubro de 2011

A Lupa o Binóculo e você...



Hoje em dia olhamos nossos problemas como se estivéssemos com uma lupa em nossos olhos (coração).
Apesar do problema ser mínimo nós a maioria das vezes o transformamos na visão de uma lupa, aumentando e nos consumindo com pequenas coisas...
Muitas vezes a elevamos tanto esta lupa sob o sol (problema) para cada vez mais nos mesmos sentirmos a lente queimar e nos consumir com o (raio solar) do ódio do rancor e da preocupação...
Hoje nossos problemas não são mais vistos com um binóculo que ao virarmos ele irá projetar a imagem ao longe... (Como viviam nossos pais, que ao retornarem do trabalho viravam o binóculo e seguiam suas vidas), assim deveriamos agir, ao nos depararmos com o problema... Procurando olhar com o binóculo e não com uma lupa, porque assim que nos ausentarmos este não consumira nem queimará seus olhos basta virarmos pra vê-los longe (não no sentido de abandonar mais sim no sentido de ausentar-se), desligar-se e voltar a viver e curtir sua vida sua família, esqueçendo naqueles instantes que tão logo teremos que pegarmos o binóculo e olharmos para ele e resolver aquilo que está ali nos esperando e que por mais que tenhamos que desempenhar, isso não vai nos consumir... Porque olhamos com olhar de binóculo no momento certo e não de lupa querendo resolver tudo ao mesmo tempo e esquecendo que se você olhar ao contrário do binóculo irá encontar sua família seus amigos ali prontos para compartilhar um binóculo diferente o binóculo da amizade, tendo você perto, presente você pessoa...

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Discrepância

"Sua discrepância feudal me deixou embasbacada, mas por vc ser apenas um prolixo desta vez terei complacência de ti sua cabeça desmeluriosa é apenas melúrio comparado com minha intelectualidade e antes de se referir a mim com tal brutalidade retire o vegetal que está em sua boca..."

Eloisa Corrêa

domingo, 2 de outubro de 2011

Primeiros Erros


Meu caminho é cada manhã
Não procure saber onde estou
Meu destino não é de ninguém
E eu não deixo os meus passos no chão
Se você não entende não vê
Se não me vê não entende

Não procure saber onde estou
Se o meu jeito te surpreende
Se o meu corpo virasse sol
Se a minha mente virasse sol
Mas só chove, chove
Chove, chove

Se um dia eu pudesse ver
Meu passado inteiro
E fizesse parar de chover
Nos primeiros erros
Meu corpo viraria sol
Minha mente viraria sol
Mas só chove, chove
Chove, chove

Meu corpo viraria sol
Minha mente viraria
Mas só chove, chove
Chove, chove
Meu corpo viraria sol
Minha mente viraria sol
Mas só chove, chove
Chove, chove

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